Eu, Você e Deus

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Letra: Folhas de outono


Folhas de outono
Felipe Valente


Olhando o tempo fora do lugar
Com lápis e papel.
Matando o tempo a fim de rabiscar,
Todo o azul do céu.
E a porta aberta traz
O vento do quintal
Soprando faz lembrar minha condição
Percebo que sou

Tão frágil,
Frágil como folhas de outono
Tão frágil, frágil como quem não tem dono

Eu deixo a luz do quarto se apagar
Pra deitar no chão
Pedindo pra teu lápis desenhar
Meu papel de pão
É fácil descansar nessa condição.
Pra logo despertar vendo as folhas pelo chão
Me lembro que sou
Coro..

E esse vento que soprou
Me fez perceber que não estou
Tão solto assim, tão solto assim.

Poema 'Pedras'

Pedras

Pedras constroem e edificam
Mas também são atiradas
Na face dos inocentes

Pedras constroem pontes
Mas também constroem prisões
Muros que dividem

Com a rocha da nossa ignorância
Com a rocha do nosso preconceito

Ao ver o mármore dos palácios
Vejo trabalhadores sacrificados

Quem não tiver pecado
Que atire a primeira pedra

William Adriano
http://canticospelapaz.blogspot.com/
http://recantodasletras.com.br/poesiasevangelicas/2947576

Poema 'Amigavelmente'


Amigavelmente

...A convivência cria laços fortes.
Com eles,
Fazemos amigos
Nos tornamos amigos e
Multiplicamos amigos.

Cuidamos dos amigos,
Aconselhamos e somos
aconselhados por amigos.
Compartilhamos com amigos e
Confidenciamos com os amigos.
Alertados de que:
“Algumas amizades não duram nada,”
(Prov.18:24a)
Consolados ao saber que:
“mas um verdadeiro amigo,
é mais chegado
que um irmão.”
(Prov.18:24b)

Quando o achar,
preserve-o!

Um Poema de Regina Célia Marques da Silva
FONTE: http://poesiaevanglica.blogspot.com/
Com imagens obtidas no Google

terça-feira, 3 de maio de 2011

sábado, 30 de abril de 2011

Dia dos Desbravadores

Feliz Dia dos Desbravadores!
Fotomontagem com imagens obtidas no Google.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vem aí: Dia do Trabalhador

No espreguiçar do amanhecer,
A aurora abraça o sol,
Acordando homens e mulheres,
Para os exercícios no arrebol.

Todos correm para os campos da vida,
Na diversidade de suas diferenças.
Com mão no arado, pisam forte
Exultando suas crenças.

Valentes,
Erguem em seus braços,
Bandeiras ferramentas,
No quilate responsabilidade
No uso a função que alenta.

Seja caneta, bisturi,
enxada ou mesmo um liberal,
Não importa o instrumento,
Todos trabalham igual.

Dignificando o tempo,
Marcham ao encontro do promissor,
Prosperidade para o amanhã,
Recompensa do labor.
Abençoadas são as mãos do trabalhador.

Autoria: Jair Martins
FONTE: http://www.bethynha.com.br/homenagem-trabalho.html
Imagens obtidas no Google