Eu, Você e Deus

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Poema 'Ao Irmão Caído'



Ao Irmão Caído

Você que está perdido caído no chão -
Achando que neste mundo ninguém lhe dá a mão
Olhe para cima e poderá ver
A força de Deus entrando dentro de Você

Aceite a oração dos seus irmãos
Mas precisa neste momento abrir seu coração
Para que Jesus venha lhe visitar
E toda sua vida transformar

Pode estar triste, nas drogas, com sua alma perdida.
Achando que não existe mais saída
Mas Jesus pode hoje mesmo lhe resgatar
É somente em seu coração deixá-lo entrar

Haverá uma transformação grande dentro de Você
Coloque-o acima de tudo em sua vida para conhecer
A promessa que por Deus em sua vida está escrita
E a partir deste momento tenha uma vida bendita

Não pense que tudo em sua vida será alegria
Pois o inimigo tentará buscar aquele que foi dele um dia
Terá cada dia mais buscar e se fortalecer
Para que esta batalha possa vencer

Se entregue de coração e tenha muita fé
Em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Nazaré
Que esta semente seja plantada dentro do seu coração
Se você crer, Ele fará uma grande transformação.

Não precisará mais a ninguém recorrer
Fale com Jesus e escute o que Ele tem a lhe dizer
Ele é o caminho a verdade e a vida meu irmão
Creia com fé e determine a sua libertação.

A partir de hoje a verdade veio conhecer
Está liberto em nome de Jesus, é somente você crer.


Autoria: Sidney Franzotti
FONTE: http://www.esperanca.com.br/destaques/existe-esperanca-para-o-sofrimento/
com imagem obtida em pesquisa via Google

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Kit de Presentes do Programa Harmoniah (fevereiro de 2012)

Você participa e tem a chance de ganhar 01 kit de presente com Bíblia (cortesia da Prefeita Eledir Barcelos de Souza), CD de Mensagens (Cid Moreira), CD 'Muito mais' (Karol Stahr) e Livro 'Como manter uma família feliz'... ligue 67-35911570 / 96630993 / ou participe pelas redes sociais. Conto com você!




Poema: 'Quem é Jesus?'



QUEM É JESUS?

-Eu sou aquele...
Que estava assentado a destra do Pai;
Quando ouvi Ele dizer:
-Filho...!Chegou a hora...!
De Você daqui descer!

-Eu sou aquele...
Que estava no seu trono de glória!
Desci para mudar a história,
Uma coroa de espinhos fui receber!

-Eu sou aquele...
Que levou a mensagem da paz.
Derrotei a Satanás!
Através da minha morte...
Te fiz reviver!

-Eu sou aquele...
Que ao terceiro dia ressuscitei!
Para o Pai Eu voltei!
Sempre vou permanecer!

-Eu sou aquele...
Que fala contigo nesta hora...!
O momento é agora!
De você me receber!

EU SOU JESUS!!!


Autoria: Rosemir Cardoso de Andrade
FONTE: http://www.poesiasonline.com/evangelicas/quem-e-jesus.html
com imagens obtidas em pesquisa via Google

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Quarta-feira de cinzas



Marcha De Quarta-Feira De Cinzas
Vinicius de Moraes

Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou

Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri
Se beija e se abraça
E sai caminhando
Dançando e cantando cantigas de amor

E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade

A tristeza que a gente tem
Qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir
Voltou a esperança
É o povo que dança
Contente da vida, feliz a cantar
Porque são tantas coisas azuis
E há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar de que a gente nem sabe

Quem me dera viver pra ver
E brincar outros carnavais
Com a beleza dos velhos carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz
Seu canto de paz


FONTE: http://letras.terra.com.br/vinicius-de-moraes/86545/
com imagem obtida em prsquisa via Google

O casamento não mata o amor




O casamento não mata o amor


O que faz o amor durar? O texto é de Annete Bowen e as dicas que ela oferece, todas elas aplicadas em seu próprio casamento, são simples, porém eficientes. Uma leitura que vale apena ser desfrutada até o final. Seu casamento não merece?

Tenho uma amiga que está se apaixonando. Ela afirma honestamente que o céu está mais azul; tem notado a suave fragrância das flores ao lado de sua garagem, embora antes passasse por elas sem parar; e Mozart a leva às lágrimas. Em resumo, a vida nunca foi tão excitante. “Sou jovem, novamente!” diz ela de maneira exuberante. Tenho de admitir que o rapaz deve ser melhor que as clínicas de emagrecimento. Ela já perdeu sete quilos e está parecendo uma modelo de capa de revista.

Enquanto minha amiga delira com seu novo romance, dei uma investigada no meu velho amor. Meu marido, Scott, ainda não teve a crise da meia-idade, mas é candidato a tê-la. As entradas em seu cabelo estão se acentuando, e já ganhou sete quilos. Antes ele era um corredor de maratonas, feito só de músculos e nervos, e agora corre somente nos corredores do hospital. Seu corpo mostra os sinais de longas horas de trabalho e excesso de açúcar. No entanto, ele ainda consegue me lançar um cativante olhar do outro lado da mesa do restaurante que me faz desejar pedir a conta imediatamente e ir direto para casa.

Meu natural brilho já diminuiu um pouquinho depois de 16 anos. Posso ficar com uma ótima aparência quando julgo necessário, mas não penso duas vezes em andar pela casa com meu velho abrigo largo e com as meias de lã cinza do meu marido.

Minha amiga perguntou-me: “O que faz este amor durar?” Eu lhe disse que iria pensar em sua pergunta.

Examinei todas as razões óbvias: dedicação, interesses partilhados, abnegação, atração física, habilidade de nos comunicarmos; contudo, encontrei outras. Por exemplo:

DIVERSÃO – Temos momentos engraçados espontâneos. Um dia, enquanto estamos na mercearia, dividimos a lista e depois saímos correndo para ver quem pegava as coisas e chegava ao balcão para pagar primeiro. Fizemos do jantar que nós dois preparamos juntos uma obra de arte. Mesmo lavar louça juntos pode ser uma coisa fabulosa. Apreciamos o simples fato de estarmos juntos.

PEQUENAS SURPRESAS – Certa vez, quando cheguei do trabalho havia um bilhete na porta da frente. Esse bilhete me levou a outro, e depois a outro, até que – depois de muitos bilhetes cheguei ao armário embutido. Abri a porta e encontrei Scott segurando um “pote de ouro” (minha chaleira) e o “tesouro” (um presente embrulhado). Ele ficou se escondendo ali durante uma hora, pulando de volta para o armário cada vez que ouvia passos na escada. Desde então, sempre deixo bilhetes para ele no espelho ou coloco pequenos presentes em seu travesseiro.

COMPREENSÃO – Eu compreendo porque ele tem de jogar basquete com os amigos regularmente. E ele entende por que, mais ou menos uma vez ao ano, eu preciso ficar longe da casa, do telefone, das crianças – e mesmo dele – para encontrar minhas irmãs em algum lugar e passar alguns dias com elas, descontraidamente.

PARTICIPAÇÃO MÚTUA – Não apenas partilhamos as contas a pagar, as preocupações do lar, os fardos da paternidade e da cozinha – partilhamos também ideias. Scott chegou de um congresso médico e me presenteou com um volumoso clássico histórico. Fiquei feliz ao ouvi-lo dizer que lera o livro no avião. Esta confissão veio de um homem que ama ficção científica e histórias policiais. Ele o leu porque desejava estar apto a partilhar comigo ideias sobre o livro após minha leitura.

ABERTURA – É confortante saber que posso dizer à garçonete: “Traga-me apenas um garfo, por favor. Quero só um pedacinho da sobremesa dele”. Sei que ele permite que eu tire um pedacinho. Se Scott realmente quer cada pedacinho da sua sobremesa, sei que ele vai dizer: “Desculpe, mas peça uma para você!” E se ele não quer dividi-la, não fico ofendida.

PERDÃO – Quando sou muito barulhenta e bagunceira nas festas e deixo nós dois envergonhados por não saber quando calar a boca, Scott me perdoa. Ele sabe que não posso resistir a um bom monopólio da conversa. Eu o perdoei também quando ele chegou em casa e disse que havia perdido parte de nossas economias na bolsa de valores. Dei-lhe um abraço e disse bravamente: “Tudo bem. É apenas dinheiro”.

SENSIBILIDADE – Sei como não ficar censurando-o por chegar tarde quando ele vem do hospital com uma certa expressão nos olhos; certamente foi um dia pesado. Numa ocasião ele entrou pela porta com aquela expressão de cansaço nos olhos. Depois de ter passado algum tempo com as crianças e ter jantado, pergunte-lhe: “Que aconteceu?” Ele me contou sobre uma senhora de 60 anos que havia tido um derrame. Apesar de todo o esforço que fizera durante quatro horas, ela ainda estava em coma.
Quando ele voltou ao quarto do hospital para vê-la, chorou ao ver o marido daquela senhora, em pé a seu lado, acariciando a mão dela. Scott chorou novamente ao me dizer que achava que aquela mulher não ia sobreviver. E como iria ele dizer ao homem que havia sido o esposo dela por quarenta anos que provavelmente ela nunca se recuperaria?
Fiquei emocionada. Porque ainda há pessoas que estão casadas há quarenta anos e porque meu marido ainda se comove e se preocupa, mesmo depois de 16 anos de atividades hospitalares.

CONHECIMENTO – Sei que Scott colocará sua roupa para lavar com vergonha do incômodo que causa toda noite; sei que ele estará sempre atrasado para a maioria dos compromissos; que deixará o jornal espalhado pelo chão três vezes em cinco; e que vai comer o último doce da caixa. Ele sabe que durmo com um travesseiro em cima da cabeça; que estou sempre nos trancando fora da casa ou do carro; que sempre tenho um chilique antes das férias; e que eu também vou comer o último doce da caixa.

Acho que nosso amor perdura porque é confortável. Não, o céu não é mais azul – é simplesmente de um matiz familiar. Não estamos notando muitas coisas novas sobre a vida ou sobre o outro, mas gostamos do que já notamos e tiramos proveito de reaprender isso. A música ainda tem significado porque conhecemos as harmonias. Não nos sentimos mais totalmente jovens. Já experimentamos muita coisa que contribuiu para nosso amadurecimento e sabedoria, que já cobrou seu tributo sobre nossos corpos, e que criou nossa caixa de memórias entesouradas.

Espero que tenhamos obtido o necessário para fazer nosso amor perdurar. Quando eu era jovem e noiva, mandei gravar na aliança de Scott este verso de Robert Browning: “Envelheça comigo!” Estamos seguindo essas instruções.


FONTE: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/02/21/o-casamento-nao-mata-o-amor/
(Fonte: Vida e Saúde, 11-1994)
com imagens obtidas em pesquisa via Google

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Seguindo O Trio...

Carnaval em GRANDE companhia!