Eu, Você e Deus
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Isaias 53
Isaías 53
Diante do Trono
Não havia nEle beleza ou formosura que nos agradasse
Era rejeitado, o mais humilhado entre os homens
Homem de dores, sabe o que é padecer, desprezado
Dele não fizemos caso
Ele levou sobre si as nossas dores
Ele levou sobre si as nossas trangressões
E nós olhavamos para Ele,
Pensavamos que eram seus próprios pecados que o levavam ali
mas foi por mim e por ti
Ele foi transpassado, moído pelas nossas iniquidades
Oprimido e humilhado , não abriu a boca como um cordeiro
Seu castigo nos traz paz, Suas chagas a cura
Por suas pisaduras, fomos sarados
Ele levou sobre si as nossas dores
Ele levou sobre si as nossas trangressões
E nós olhavamos para Ele,
Pensavamos que eram seus próprios pecados que o levavam ali
mas foi por mim e por ti
Quando derramou sua alma da morte
Fez oferta pelo pecado e se alegrou
Porque ele nos viu,
Somos fruto do seu penoso trabalho
Somos sua porção, sua satisfação
Ele levou sobre si as nossas dores
Ele levou sobre si as nossas trangressões
E nos olhavamos para Ele,
Pensavamos que eram seus próprios pecados que o levavam ali
mas foi por mim e por ti
FONTE: http://letras.terra.com.br/diante-do-trono/99220/
com imagens obtidas em pesquisa via Google
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Palestra "A Páscoa" na EE 'José F. Lima'
Ontem tive o privilégio de apresentar a palestra sobre a Páscoa para os alunos da Escola Estadual 'José Ferreira Lima', em Santa Rita do Pardo-MS atendendo ao convite da Diretora Aparecida Pereira.
(Prof. David, Palestra / Simony Brito, Louvor Especial)
Agradeço a Direção, a Coordenação, aos Professores, a equipe administrativa e, principalmente aos alunos, tiveram um comportamento exemplar. Parabéns alunos e Equipe da Escola Estadual! Obrigado pela oportunidade...
(Diretora Aparecida; Prof.David; Simony Brito; Coordenadora Weldecy)
Textos Bases: Hebreus 11.28; Exodo 12.11; João 3.16 e Romanos 6.23 (NOVA BÍBLIA VIVA)
A Cor do Calvário
A Cor do Calvário
Robson Fonseca
Não entendo o porquê de tamanha humilhação,
Por que põe em seus ombros essa cruz.
Não vê que ele foi ferido, ao açoite o levaram,
Não vê que esse homem nada fez pra merecer o peso dessa cruz
Vê o seu corpo ensangüentado,
Quase inerte segue a sina, levado sob vil acusação
Vê essa multidão clama sua morte, não entendo o porque
Ele precisa suportar a tua estranha indiferença.
Vem, vem ver a cena. A cor do calvário,
Vem ver a dor que o teu Cristo suportou
Sem nada te pedir ele se entregou
Não vejo aqueles que o seguiam junto a multidão,
Será que eles o abandonaram?
Em seus ombros cansados carrega toda culpa,
Nunca vi tão grande amor nos olhos de outro
Alguém, pouco a pouco, começo a entender
Vem, vem ver a cena. A cor do calvário,
Vem ver a dor que o teu Cristo suportou
Sem nada te pedir ele se entregou
Chegando ao Monte do Calvário,
Contemplei a cena, jamais eu irei esquecer
Vi o meu Cristo abrir os braços,
Ser jogado no madeiro se dando pra morrer
Agora posso ver a minha culpa,
posso ver que foi o meu pecado
A cruz que ele carregou em seus ombros coloquei,
fui eu quem o feri, fui eu quem o preguei e o abandonei
Vem, vem ver a cena. A cor do calvário,
Vem ver a dor que o teu Cristo suportou
Sem nada te pedir ele se entregou
Eu fui o culpado
FONTE: http://letras.terra.com.br/robson-fonseca/716170/
com imagens obtidas em pesquisa via Google
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Incomum
Incomum
Rogério Reis
Não foi pelo céu
Não foi pelo mar
Nem por toda beleza que existe e vai passar
Não foi sem querer
Nem foi sem razão
E eu me espanto ao pensar na grandeza de um amor assim
Tão incomum que o autor do universo aceitasse morrer
Se entregar e sofrer mesmo que pra salvar só um de nós
Tão incomum
E ao lembrar que na cruz pensou em mim
Acho tudo isso assim
Tão incomum
Fazer-me feliz
É Sua missão
Muitas vezes me afasto do alvo mais Ele não
Por nada que fiz
Mereço favor
Na verdade estamos ligados pelo Seu amor
Tão incomum que o autor do universo aceitasse morrer
Se entregar e sofrer mesmo que pra salvar só um de nós
Tão incomum
E ao lembrar que na cruz pensou em mim
Acho tudo isso assim
Tão incomum
Tão incomum que o autor do universo aceitasse morrer
Se entregar e sofrer mesmo que pra salvar só um de nós
Tão incomum
E ao lembrar que na cruz já pensava em mim
Acho tudo assim incomum
E por mais importante que eu seja pra Deus
Muito mais precioso que Ele me fez
É o amor de Jesus que jamais vi igual por mim
FONTE: http://letras.terra.com.br/rogerio-reis/1055145/
com imagem obtida em pesquisa via Google
terça-feira, 3 de abril de 2012
Agradecimento...
O Programa Harmoniah agradece a você, SEGUIDOR do Blog. Obrigadaço!!!
Paz e Harmonia pra você e sua família!
O Sacrifício
O Sacrifício
Felipe Valente
São muita as história que ouvi,
Falando sobre a vida de Jesus
Milagres incontáveis que não vi
Dores que ninguém jamais pode sentir
Tantos sacrifícios Ele fez
Renunciou sua vida por amor
Nasceu como um homem sendo o próprio Deus
E foi rejeitado pelos seus
Mas de tudo isso que passou
Não há gesto de maior valor
Do que o sacrifício que nos trouxe a luz
O sacrifício lá na cruz
O Sacrifício feito por Cristo
Não se resume aquele lá na cruz
Deixar o seu trono e viver o sonho
De ter-nos novamente em sua luz
Foi um ato de amor
Mais o que na verdade nos salvou
Foi de todos o maior
O sacrifício lá na cruz
Ainda penso em tudo o que ouvi
Como pode um homem amar-nos tanto assim?
Levando em seus ombros meu pecar
Assumindo toda a culpa em meu lugar
O que farei pra que tudo o que Ele fez não seja em vão, mas transforme o coração?
O sacrifício feito lá na cruz pra mim
Agora tenho que retribuir
O sacrifício que nos trouxe salvação
Eu vou aceitar, não vou negar!!!
Foi de todos o maior
O Sacrifício lá na cruz!
FONTE: http://letras.terra.com.br/felipe-valente/1027273/
com imagem obtida em pesquisa via Google
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Getsêmani
Getsemani
Leonardo Gonçalves
No Getsêmani foi que meu Jesus orou,
Se entregando ao Pai mais uma vez.
Logo vieram pessoas para o levar
Para a maior das provações
Ele tanto amou tudo suportou.
Ele carregou a nossa cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.
Os soldados cuspiam no seu rosto nu...
Posso ouvir o clamor da multidão.
E Jesus a olhar aquele céu azul
Pede ao Pai que lhes dê o seu perdão.
Ele tanto amou, tudo suportou.
Ele carregou a nossa cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.
Ele tanto, tanto me amou.
Ele tudo por mim suportou,
Carregou minha cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.
FONTE: http://letras.terra.com.br/leonardo-goncalves/183770/
com imagem obtida em pesquisa via Google.
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